Grandes Nomes da Educação

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Célestin Freinet (1896 – 1966)

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Célestin Freinet nasceu a 15 de Outubro de 1896 e faleceu em Outubro de 1966.

 Foi um pedagogo francês contribui para a reforma da educação. Hoje em dia as suas propostas continuam, ainda, a ser uma grande referência para a educação.

Este foi um crítico da Escola Tradicional e da Escola Nova e foi criador do movimento da Escola Moderna. O seu objectivo principal era desenvolver uma escola popular com vista a formar um homem com mais liberdade, mais autónomo e mais responsável. Ele via a criança como um sujeito que já é um cidadão, ou seja, que tem os seus direitos, interesses e necessidades próprias.

A criança era considerada o centro da educação pois a educação não começa na idade da razão, mas sim desde que a criança nasce.

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Fevereiro 13, 2008 Posted by | Escola Moderna, Século XX | Deixe um comentário

Paulo Freire (1921 – 1997)

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Paulo Freire nasceu a 19 de Setembro de 1921 e faleceu a 2 de Maio de 1997.

Destacou-se pelo seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência e é considerado um dos pensadores que influenciou o movimento chamado pedagogia crítica.

Paulo Freire delineou uma pedagogia intimamente relacionada com a visão do terceiro mundo e das classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das CEB’s – Comunidades Eclesiais de Base. No entanto, a sua obra ultrapassa esse espaço e atinge toda a educação, sempre com o conceito básico de que não existe uma educação neutra: segundo a sua visão, toda a educação é, em si, política.

O método de Paulo Freire consiste numa proposta para a alfabetização de adultos, que criticava o sistema tradicional que utilizava a cartilha como ferramenta central da didáctica que utilizava como ferramenta central no ensino da leitura e da escrita. As cartilhas ensinavam pelo método da repetição de palavras soltas ou de frases criadas de forma forçosa que comummente se denomina como linguagem de cartilha.

Fevereiro 12, 2008 Posted by | Pedagogia Crítica, Pedagogo, Século XX | Deixe um comentário